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    Corrigindo à Rota: landing page de um ERP modular em construção

    Corrigindo à Rota: landing page de um ERP modular em construção
    Corrigindo à Rota: landing page de um ERP modular em construção - Imagem 1
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    Corrigindo à Rota: landing page de um ERP modular em construção - Imagem 3

    Landing page desenvolvida pela ALB Seven para o Corrigindo à Rota, ERP modular para operações complexas, no ar em corrigindoarota.com.

    O problema

    Divulgar software que ainda está sendo construído é um problema de honestidade antes de ser um problema de design. O caminho fácil é escrever a página como se tudo já existisse, e o preço aparece depois, na primeira demonstração, quando o cliente procura a tela que a landing prometeu. O caminho difícil é dizer o que está no ar e o que está por vir sem que a página pareça um pedido de desculpas.

    As decisões de projeto

    • O escopo do produto é a fonte de verdade da página. Um único arquivo descreve os módulos e as telas do ERP, espelhando o menu do aplicativo, e cada tela carrega a marcação de disponível ou em construção. Todas as contagens exibidas na landing derivam desse arquivo. Nenhum número é escrito à mão, então a página não tem como contradizer o produto.
    • Não existe estado "completo" na interface. Como nenhum dos sete módulos está inteiro, a interface só oferece "parcial" e "previsto". A ausência do rótulo elogioso é proposital: se ele existisse, alguém acabaria usando.
    • O que tem entrega vem primeiro e separado. O que já funciona aparece expandido, tela a tela; o que está previsto vira uma lista compacta em bloco próprio. Os dois nunca se misturam na mesma grade, para o visitante não precisar ler ícone por ícone para saber o que pode usar hoje.
    • Estado nunca depende só de cor. Disponível e em construção diferem em forma e em texto, além da cor, e a contagem aparece escrita. É acessibilidade, e também é o que permite entender a página numa captura em preto e branco.
    • Pré-renderização de todas as rotas. Apesar de ser uma SPA React, cada rota é renderizada em Chromium no build e salva como HTML pronto. O crawler recebe a página inteira, sem depender de executar JavaScript.
    • URLs antigas preservadas. Os endereços que já tinham sido compartilhados respondem com redirecionamento 301 no servidor, e não apenas no roteador do lado do cliente, para o Google transferir o histórico em vez de enxergar duas páginas diferentes com o mesmo conteúdo.
    • Acessibilidade verificada por máquina, não por opinião. A meta é zero violação nas regras WCAG 2.2 AA, medida por auditoria automatizada sobre o site já construído. Ela roda no comando de verificação junto com lint e build, e fica fora do build de rotina só porque sobe um navegador e levaria dezenas de segundos a cada publicação.

    Stack

    React 19, TypeScript e Vite, com Tailwind CSS v4 pelo plugin oficial e sem arquivo de configuração, Framer Motion nas animações de entrada e React Router 7 nas rotas. O lint é Oxlint, com as regras de acessibilidade de JSX ligadas.

    O que isso demonstra

    Que a página de um produto em evolução pode ser precisa sem ser tímida, desde que os números venham do produto e não da copy. E que acessibilidade e pré-renderização são baratas quando entram no processo de build, em vez de virarem retrabalho depois do lançamento.

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